À Fabrícia Miranda
De tudo que corta
A dores eternas
Feridas expostas
De pulsos caídos
Tantas tentativas:
Métodos antigos
De versos não ditos:
Dizer indizível.
Dor de ser
Mal de ser
Esse ser
Ser Poeta.
Bruna Alves
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
quinta-feira, 22 de julho de 2010
o criador
Se o ofendo, que Deus me perdoe: o escritor é o criador. Se Deus fosse humano e fosse escritor, também seria. Tanta vida tem uma personagem que eu em minha condição humana, sou de menor importância. Tão vital e livre, chego a achar que eu é quem sou observado e lido. Em minha vida monótona e plana, o invejo. E se tento sê-lo, é só desejo biográfico, é antimatéria, é Deus querendo ser escritor.
sábado, 17 de julho de 2010
quarta-feira, 14 de julho de 2010
Última Cena
Arrisca em inútil palavra
Descrever um traço da amada:
_Tem reais contornos.
As flores refletem aquela beleza.
Lúdicas flores insistem
Em te imitar
_Rendo-me Esta Noite Ao Teu Amor
Rendo-me sem caprichos.
Esqueço que somos
[de ferro
Esqueço quem somos
Esqueço do Amor.
Esta noite, Reinar
Sem pudores,
Como num sonho.
E depois da noite
Ao renascer do dia...
(A cena é cortada
e todos voltam aos bastidores).
Descrever um traço da amada:
_Tem reais contornos.
As flores refletem aquela beleza.
Lúdicas flores insistem
Em te imitar
_Rendo-me Esta Noite Ao Teu Amor
Rendo-me sem caprichos.
Esqueço que somos
[de ferro
Esqueço quem somos
Esqueço do Amor.
Esta noite, Reinar
Sem pudores,
Como num sonho.
E depois da noite
Ao renascer do dia...
(A cena é cortada
e todos voltam aos bastidores).
sexta-feira, 9 de julho de 2010
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