sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Fragmento de Espelho

À Fabrícia Miranda

De tudo que corta
A dores eternas
Feridas expostas
De pulsos caídos

Tantas tentativas:
Métodos antigos
De versos não ditos:
Dizer indizível.

Dor de ser
Mal de ser
Esse ser
Ser Poeta.





Bruna Alves